De acordo com a coluna de Fábia Oliveira, do Metrópoles, o caso segue e tem novidades. Na segunda-feira (28/4), a ex-assistente de palco de Xuxa decidiu processar a rival por “danos morais” e pedir uma indenização de R$ 30 mil, mas a justiça, porém, se manifestou contrária.
Priscilla, advogada e ex-paquita, afirma que Jessyka, a ex-miss, teria divulgado “informações falsas” sobre ela, que acabaram prejudicando sua imagem. A ex-miss afirma que a ex-paquita foi “amante” de seu atual marido e estaria “pedindo dinheiro” a ele.
O pedido de indenização feito por Priscilla, porém, esbarrou em um problema inesperado: ela mesma. Em sua decisão, a juíza observou que a autora também agrediu a ex-miss verbalmente. Ato contínuo, foi a vez da vítima agredir a ex-paquita. O episódio é chamado no direito de “agressão recíproca”.
Nesse sentido, a juíza ponderou que as duas são, a um só tempo, agressoras e vítimas. Como ambas praticaram uma conduta indevida e reprovável à luz da lei, nenhuma faz jus a uma indenização.
Ocorre que, conforme suscitado pela ré em sua defesa (…) a própria autora teria proferido agressões verbais à ré”, afirmou a juíza. “Dessa feita, há que se concluir que, de fato, ambas as partes figuraram, simultaneamente, como agressores e vítimas, configurando, em verdade, agressões verbais recíprocas”.
A decisão tem, ainda, respaldo em outras de natureza semelhante e no Código Civil. Diante desses fatos, a Justiça entendeu ser impossível dar razão aos pedidos feitos pela ex-assistente de Xuxa Meneghel e julgou o pedido de indenização improcedente.
Pelo visto, essa história ainda vai render muito.