Após, 34 anos, a emancipação da Barra da Tijuca volta a ser discutida no Rio de Janeiro. Pelo menos, no âmbito de um movimento liderado pelo jornalista Roberto Monteiro de Pinho, presidente da Associação Nacional e Internacional de Imprensa – ANI, com o apoio de Donato Velloso, presidente do Instituto Lagoa Viva.
Segundo Pinho, o grupo já tem entre 200 e 300 pessoas, e, diferentemente do que ocorreu no passado, agora vai evitar o envolvimento de políticos e vai buscar se fortalecer com a presença de líderes comunitários e pescadores.
O grupo planeja realizar em agosto uma série de debates na sede da OAB Barra para discutir a emancipação.