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Paes diz que pode ter réveillon e carnaval em 2022

O prefeito Eduardo Paes comentou, na do 19o boletim epidemiológico,  no Centro de Operações Rio, nesta sexta-feira (14), o novo cronograma de vacinação para pessoas sem comorbidades, com início no dia 31 de maio. Segundo a prefeitura, a meta é vacinar, até o dia 23 de outubro, 4.751.823 cariocas com 18 anos ou mais,  o que equivale a 90% da população adulta do Rio. A Secretaria Municipal de Saúde informa que essa porcentagem já chegou a 33%. Na avaliação do prefeito, “se conseguirmos (cumprir o calendário), vamos ter réveillon, vamos ter carnaval”.

Para que o calendário seja cumprido, contudo, é necessário que o Ministério da Saúde mantenha os prazos de entrega anunciados no Programa Nacional de Imunizações (PNI), frisou Paes. “Claro, isso tudo depende da chegada do imunizante, da chegada da vacina. A gente tem tido estabilidade na entrega da AstraZeneca”, disse o prefeito. “Se eu pudesse definir (o sentimento), seria “a gente vai ter carnaval”. Se conseguirmos (cumprir o calendário), vamos ter réveillon, vamos ter carnaval”.

A prefeitura estabeleceu metas mensais de vacinação para o novo cronograma. O objetivo da SMS é imunizar 40% da população adulta em maio, 50% em junho, 60% em julho e assim por diante, até alcançar a marca de 90% em outubro. Caso o plano se concretize, o município terá vacinado mais da metade de sua população total em agosto.

O prefeito também abordou a possibilidade de atraso na entrega dos insumos necessários para a fabricação da vacina produzida pela Fiocruz. O instituto prevê a chegada de uma nova remessa de ingredientes farmacêuticos ativos (IFA) no próximo dia 22. Até lá, contudo, a Fiocruz admite uma interrupção momentânea na produção da vacina. Nesta quinta-feira, o instituto informou que os estoques de IFA disponível são suficientes para sustentar a fabricação até o fim desta semana. Paes espera que a questão “seja resolvida”:

— O novo calendário existe para que as pessoas possam cobrar e a gente também possa cobrar. Recebemos dados oficiais, que vão sendo informados pelo Ministério da Saúde. Vamos cobrar para que esses dados se concretizem — disse.