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Emancipação da Barra da Tijuca volta à pauta após três décadas

Após, 34 anos, a emancipação da Barra da Tijuca volta a ser discutida no Rio de Janeiro. Pelo menos, no âmbito de um movimento liderado pelo jornalista Roberto Monteiro de Pinho, presidente da Associação Nacional e Internacional de Imprensa – ANI, com o apoio de Donato Velloso, presidente do Instituto Lagoa Viva.

Segundo Pinho, o grupo já tem entre 200 e 300 pessoas, e, diferentemente do que ocorreu no passado, agora vai evitar o envolvimento de políticos e vai buscar se fortalecer com a presença de líderes comunitários e pescadores.

O grupo planeja realizar em agosto uma série de debates na sede da OAB Barra para discutir a emancipação.

Pinho afirma que, por causa das eleições em novembro, nada oficial será feito este ano, mas espera que haja um novo plebiscito sobre o tema no fim de 2023. “A OAB pode abrir seu auditório para franquear o debate, que é a voz da sociedade civil. Vamos dar espaço para que todos os lados possam se expressar, mas não temos um posicionamento a favor ou contra. Queremos inclusive colocar nossas comissões de direito público e ambiental para participar”, diz Marcus Soares, presidente da OAB Barra, que prefere não revelar sua opinião pessoal sobre o tema, afirmando que ela poderia ser confundida com um posicionamento oficial da OAB.