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Isabella Fonseca lança sua primeira obra de ficção “Menifesi” em São Paulo

Por Graça Paes, RJ

Na noite de estreia de sua carreira literária, na terça-feira, dia 7 de bril, Isabella Fonseca, filha de Luciano Camargo, atraiu uma multidão à Livraria da Vila, na Avenida Paulista, em São Paulo. O lançamento de seu primeiro livro, Menifesi, reuniu familiares, amigos e fãs que enfrentaram longas filas em busca de um autógrafo da jovem autora.

O evento teve um clima acolhedor e festivo. Aos 16 anos, Isabella apresentou ao público seu romance de estreia, um thriller investigativo que já chega cercado de expectativa e apoio familiar. O entusiasmo foi imediato: a sessão de autógrafos se estendeu por cerca de três horas, com fluxo constante de leitores. Nesse período, quase 200 exemplares foram vendidos, demonstrando o forte interesse pela obra.

Entre as estantes da livraria, Isabella recebeu o carinho dos pais, Luciano Camargo e Flávia Fonseca, que acompanharam cada momento da noite. Também estiveram presentes a irmã gêmea, Helena, além dos avós e outros familiares, compondo uma plateia marcada por emoção e orgulho a cada encontro com leitores.

Publicado pela Editora Planeta, Menifesi é um suspense narrado em formato de diário. A história acompanha o detetive Alexandre em uma investigação repleta de assassinatos e incertezas, ambientada na enigmática cidade de Nantes. A narrativa convida o leitor a desconfiar de tudo,  inclusive do próprio narrador.

Durante o lançamento, trechos do livro chamaram atenção pela densidade e maturidade da escrita. Um dos fragmentos mais comentados foi a frase: “Algo que nem o pior dos homens faria”, que sintetiza o tom sombrio da trama.

Leitora apaixonada desde a infância, Isabella começou a escrever suas próprias histórias há poucos anos e agora celebra a publicação de seu primeiro livro. O evento marcou não apenas sua estreia no mercado editorial, mas também o surgimento de uma nova voz na literatura jovem brasileira, interessada em explorar temas como verdade, culpa e manipulação.

Entre fotos, abraços e pilhas de livros autografados, a noite chegou ao fim com a sensação de que ali nascia mais do que uma obra, começava uma trajetória promissora, já apoiada por um público conquistado desde as primeiras páginas.

Fotos Manuela Scarpa/Divulgação