A ação faz parte do projeto ArtRio Educação, com foco em levar a diversidade da produção artística brasileira para novos públicos

Bonde art Getúlio Damado
O projeto ArtRio Educação apresenta a exposição Artes da Terra, falando sobre a trajetória e as obras de grandes mestres da arte brasileira, de norte a sul do país. A mostra fica até o dia 31 de maio no Parque Susana Naspolini, em Realengo. Seguindo seu compromisso de acessibilidade e levar informação sobre arte a novas audiências, a ArtRio apresenta uma mostra interativa que leva conhecimento – e diversão – para um espaço público, aberto a todos. Já estão agendadas com a Secretaria Municipal de Educação a visita de alunos de 20 escolas públicas da região, proporcionando novas descobertas.
A curadoria da mostra é de Paulo Tavares. Artes da Terra traz grandes paineis contando a história da vida e obra de artistas como Mestre Vitalino, J.Borges, Dona Roxinha, Dona Izabel, Getulio Damado, Maria Auxiliadora da Silva, Maria Lira Marques e Véio. Através de seus trabalhos, das múltiplas técnicas e o uso de matéria-prima local de suas residências, os artistas transmitem suas realidades e o mundo ao seu redor – ensinam sobre cultura regional, meio ambiente e sociedade.
Serviço:
Parque Susana Naspolini
R. Prof. Carlos Wenceslau, 290
Realengo, RJ
Até 31 de maio
A Dream Factory está à frente da realização de todas as ações da ArtRio
Curador Paulo Tavares
Carioca, pesquisador e colecionador, Paulo Tavares é formado em Engenharia (PUC-RJ), com pós-graduação em Gestão de Negócios (FGV-RJ) e História da Arte (UCAM-RJ). Sua coleção conta com quase 400 obras de arte contemporânea e popular brasileira – parte dela exposta virtualmente em @obscontemporanea (Instagram) de forma permanente e interativa.
Lançou a GIM – Galeria Imaginária. Atuando no campo da arte popular contemporânea e do design artesanal, busca também uma valorização da nossa terra, seus personagens e heróis anônimos, sua cultura e histórias de vida, mas, principalmente, procura dar visibilidade a grandes talentos e à uma produção artística pujante e necessária.
Imprensa: Ipê Amarelo Comunicação