Eles se juntam a João Vicente e Francisco Bosco na nova formação do programa, que volta ao vivo, às 22h30, no GNT

O ‘Papo de Segunda’ estreia a 18ª temporada no GNT nesta segunda-feira, 27 de abril, às 22h30, com novidades no elenco e no cenário. Gil do Vigor e Rafael Zulu passam a integrar o quarteto ao lado dos veteranos João Vicente e Francisco Bosco. Toda semana, o grupo mergulha em reflexões sobre comportamento e cultura, do ponto de vista masculino, trazendo novas perspectivas para as noites de segunda-feira em uma conversa plural que preza pela leveza e pelo bom humor.
Nesta fase, os novos papoluchos chegam para somar ao ‘Papo de Segunda’ com muita diversão e trocas baseadas em suas vivências. Gil do Vigor traz toda a sua alegria e aquele pensamento rápido de quem domina as equações da vida com espontaneidade. Já Rafael Zulu compartilha seu olhar experiente de ator e empresário, trazendo também seu lado mais afetivo: o de pai orgulhoso.
Com mais de 10 anos no ar, a atração é uma produção dos Estúdios Globo, com roteiro de Dani Garuti e Danilo Nakamura, direção de Isabella Ponce De Leon e direção de gênero de Claudio Marques.
Confira a entrevista com os apresentadores da nova temporada:
Gil do Vigor
1. Você sempre foi um fã declarado do programa. Como está o frio na barriga de agora sentar no sofá e ser você quem puxa as reflexões nas noites de segunda?
Gil do Vigor: Para mim é uma honra, pois sabemos o papel do programa. Ele tem uma visibilidade muito grande e um histórico de pessoas incríveis que passaram, que realmente deixaram uma marca e foram super importantes. Eu sei a responsabilidade que tenho, mas trago o Gil, quem eu sou, com as minhas vivências. Isso é muito importante e, como o Zulu falou muito bem, nós estamos sendo recebidos com muito carinho, amor e proteção. Isso faz com que o nosso coração se acalme um pouco. Obviamente sempre existe aquele frio na barriga, não tem como não ter, e fico um pouco ansioso. Mas saber que meus parceiros e amigos estão ali juntos para me ajudarem, para um pegar na mão do outro e proteger o outro, faz com que consigamos levar um papo legal para quem está em casa assistindo.
2. Como você pretende levar esse seu carisma e o seu jeito leve de encarar o mundo para o centro das conversas no GNT?
Gil do Vigor: Toda conversa com leveza alcança mais pessoas. A leveza é uma ferramenta muito poderosa. Em alguns assuntos é preciso ser firme, mas na grande maioria você consegue ensinar muito quando leva como uma conversa, um toque ou como um amigo falando. Minha ideia é trazer o Gil que brinca e faz resenha. O importante é conseguir brincar no momento certo e debater os assuntos. Alguns exigem mais delicadeza e cuidado, mas isso não significa que não dá para ter leveza em cima. O objetivo é termos um papo que alcance alguém, um público, e não apenas entre nós, ali. Se eu falar de economia usando apenas o linguajar de economista, falarei para um público imenso, mas poucos capturarão a mensagem. Eu já faço isso nas minhas redes: tento transformar o assunto, trazer leveza e deixá-lo mais fácil de ser digerido.
Rafael Zulu
1. Você sempre acompanhou o programa e até trocava figurinhas com o João Vicente sobre as edições. Como foi o “clique” de finalmente ocupar essa cadeira como titular?
Rafael Zulu: É maravilhoso. Vem ao encontro de um desejo que eu tinha muito grande, mas justamente porque esse cara, ele sempre me encorajou e também me viu nesse lugar. O João sempre foi um cara que falou: ‘Acho que em algum momento, hipoteticamente, quem sabe, pode ter uma cadeira ali para você sentar, que eu acho que você tem o perfil’. João realmente é um grande amigo, irmão, um baita incentivador. É uma referência que eu tenho ali como apresentador. E é um espaço que eu gosto de ocupar, eu fiquei muito feliz mesmo. Ano retrasado eu vim ao programa como convidado e nesse dia eu falei: ‘Caramba, acho que seria muito legal se eu tivesse aqui um dia como também, compondo esse quarteto’. Sempre admirei, sempre assisti ao programa. Então, estar aqui é a realização de um sonho mesmo. Sempre digo isso: mira, acredita, bota na tua cabeça que as coisas acontecem.
2. Com tantas facetas, ator, empresário, pai, o que de mais autêntico do Zulu a gente vai ver nessa roda de conversa?
Rafael Zulu: Algumas coisas que eu ouvi dos meus, do Chico, da Bela, nossa diretora, é: ‘Traga tudo o que você puder trazer de você’. Então, assim, eu sou um cara que a minha história de vida é muito legal. Eu tenho uma família muito legal, eu tenho filhos lindos, maravilhosos… O meu casamento é muito legal. Eu venho de uma origem super simples, mas super cheia de afeto. Então, quando penso no Rafael de hoje, eu penso no Rafael lá de São Gonçalo, que vai trazer um tanto de histórias que ele tem. Então me deixaram muito à vontade para eu ser eu o tempo todo. E é isso que eu vou trazer. Não tem nada mais autêntico do que sermos nós mesmos, não é?. Então, vou emprestar muito desse cara que tem boas histórias, boas coisas para trazer para a turma, tenho certeza.
João Vicente
1. O programa é mestre em criar conexões reais. Como está sendo esse primeiro contato com os novos integrantes e a expectativa para construir essa “irmandade” agora no ar?
João Vicente: A irmandade não se decreta, né? Ela acontece. E com o Zulu nem precisa de muito tempo pra isso, a gente já se conhece e se ama há anos, então tem uma base que facilita tudo. Com o Gil também rolou aquela química imediata de “esse cara é bom”. O Papo sempre foi isso: a câmera só registra o que já existe de verdade. Então tô deixando fluir, sem forçar nada.
2. O que o público fiel, que acompanha o programa há anos, pode esperar dessa 18ª temporada?
João Vicente: Pode esperar o que sempre esperou, e um pouco mais. A gente respeita demais quem tá junto desde o começo pra entregar menos do que o melhor. Mas dessa vez tem um tempero novo na panela, e você sabe que tempero novo muda o sabor do prato inteiro. Mesma alma, nova energia. Vai ser bom demais.
Francisco Bosco
1. Qual a sensação de começar mais um ciclo com uma formação que mistura vivências tão distintas e complementares?
Francisco Bosco: As vivências distintas são importantes para o programa, a meu ver. Acho que isso abrirá novas perspectivas sobre alguns temas. Sem falar no valor, por si só, da diferença. Estou entre os que consideram importante a representação de diferentes grupos.
2. Em termos de clima e troca de ideias, o que o telespectador pode aguardar da dinâmica desse novo quarteto?
Francisco Bosco: Eu já conhecia o Rafael Zulu e sempre me dei muito bem com ele; é um sujeito gentil, com senso de humor, e que gosta de uma prosa. Com o Gil eu tive poucos encontros, mas foram os melhores possíveis. Então, pelo menos quanto ao clima, as perspectivas são muito boas. Quanto às ideias, espero que também consigamos produzir uma boa conversa para o público.